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Rita da Nova

Seg | 08.07.19

Um ano de casamento

Lembro-me perfeitamente da primeira vez que me referi ao Guilherme como meu marido de forma natural - foi na caixa do Continente, quando a senhora me perguntou contribuinte na factura. Eu respondi: “sim, mas não é o que está associado ao cartão, que esse é o do meu marido”. Um momento tão romântico e ele nem estava lá para assistir porque calhou no dia em que fui às compras sozinha.

 

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Faz hoje um ano que lhe tenho vindo a chamar marido. Quer dizer, tecnicamente fez há dois dias, mas nós gostamos mais de assinalar o dia 8 de Julho - não só porque foi o dia em que nos conhecemos, mas porque foi também o dia em que celebrámos o nosso casamento com família e amigos. Não me resta grande coisa a dizer sobre a nossa relação e sobre a forma como temos crescido um com o outro. Na realidade faço-o mais vezes do que achava serem necessárias antes de o conhecer.

 

Há quem diga que o casamento não muda nada, eu própria achava que seria assim quando propus que nos casássemos, só que não é bem assim. É claro que não mudou nada na forma como nos vemos um ao outro e muito menos naquilo que sentimos, ainda assim há coisas boas no casamento. A maioria delas são apenas facilidades burocráticas, mas há também uma sensação de segurança na forma como estamos ligados um ao outro - eu sei que, se me acontecer alguma coisa, ele vai poder decidir e estar a meu lado; eu sei que esta casa será sempre dos dois, mesmo que um de nós já não esteja cá.

 

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Para nós o casamento nunca foi um ponto de partida para sermos uma família, foi apenas uma forma de a tornar mais forte e segura. Eu, ele, a Guinness, a BB-8 e o Risotto já éramos uma família feliz (quem diria que não é só o nome de um prato chinês) e agora temos uma casa nossa e algumas plantinhas para compor o quadro. 💛

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