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Rita da Nova

Seg | 21.01.19

Três coisas para 2019

Vocês sabem que eu não sou de estabelecer resoluções para os novos anos. Tenho cuidado com essa coisa de criar objectivos muito rígidos, acho sempre que atirar para a lua traz mais frustração do que coisas boas. Até porque há muitos aspectos das nossas vidas que nós não controlamos (embora achemos que sim).

 

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Ainda assim, 2019 começou com muitas novidades e mudanças, por isso não queria deixar de vos falar de três coisas que quero para este ano - ou que sei que vão acontecer:

 

 

1. Crescer, crescer, crescer

Os últimos meses de 2018 e este primeiro de 2019 já colocaram várias possibilidades em cima da mesa. Trouxeram-me mais responsabilidades no trabalho e, talvez, a hipótese de darmos mais um passo importante na nossa vida pessoal. Mas calma, pessoas. Estou a falar da possibilidade de comprarmos uma casa, não de ter filhos ou assim (até parece que não me conhecem). Se isto vai implicar ser adulta e crescidinha? Vai, mas eu tenho pouco medo de mudar. Alguém mais está neste barco?

 

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2. Aprender a fazer vídeos decentes

Como partilhei convosco, comprámos uma máquina compacta nova para podermos filmar algumas coisas. Se começou por ser um incentivo para o Guilherme voltar ao YouTube, a verdade é que me entusiasmei bastante e já comecei a fazer alguns testes com ela. Quero muito aprender a fazer vídeos decentes para trazer coisas novas e diferentes para o blog. Têm sugestões de cursos de edição de vídeo que me possam ajudar nisto?

 

 

3. Ler mais não-ficção
Digo muitas vezes que não tenho paciência para ler não-ficção e que já me basta tudo o que tenho que ler no trabalho. Só que, em 2018, houve dois livros que mudaram essa minha perspectiva: Apenas Miúdos, da Patti Smith, e Born a Crime, do Trevor Noah. Foram duas experiências de leitura muito diferentes, mas fizeram-me perceber que a não-ficção pode ser tão ou mais envolvente que as histórias imaginadas. A realidade e a forma como a contamos não tem que ter necessariamente a ver com textos técnicos e aborrecidos. Assim sendo, que livros de não-ficção me recomendam?

 

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E desse lado, também têm coisas que gostavam de aprender ou que sabem que vão ser uma realidade neste novo ano? Contem-me tudo nos comentários!

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