Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Rita da Nova

A caminho de Madagáscar

Madagáscar, sim. É esse o destino da nossa lua-de-mel. Como ainda estou a digerir todas as emoções de ontem, da nossa festa de casamento, hoje não vou dizer-vos muito mais. Voamos hoje para Paris, onde fazemos escala para Antananarivo - a capital. Lá vamos conhecer dois sítios em particular: o Masoala National Park e a Îlle Sainte-Marie.

 

madagascar-lemur.jpg 

Ler mais )

 

Berlim: a parte alternativa da cidade

Na semana passada falei-vos da parte histórica - e até turística - de Berlim, por onde passeámos no primeiro dia do fim-de-semana. Hoje chegou a altura de mostrar a outra faceta desta cidade, um lado mais alternativo que é tão típico quanto os monumentos antigos e a história da cidade. Como já tive oportunidade de explicar, como só tínhamos 48 horas para explorar a cidade, deixámos a Berlim alternativa para o segundo dia.

 

berlim-east-side-gallery-1.jpg

 

Antes de partilhar convosco o plano que seguimos, convém que saibam uma coisa: as formas de arte alternativa são, na Alemanha, tão valorizadas quanto as artes mais clássicas. Falo de street art, graffitis, rap battles e horas seguidas de música techno. Com a queda do Muro de Berlim, no final dos anos 80, Berlim era na verdade duas cidades muito distintas e estas formas de expressão ajudaram a que as pessoas se voltassem a unir e a formar a cidade como a conhecemos hoje.

Ler mais )

Berlim: a parte histórica da cidade

Berlim foi o destino final do inter-rail que fiz pela Europa de Leste, em 2012. Curiosamente, nunca cheguei a escrever sobre esta cidade aqui pelo blog - mesmo quando ainda era só um sítio onde escrevia sobre viagens. Acho mais do que justo aproveitar esta ida mais recente - que foi o meu presente de Natal para o Guilherme - para vos dar um roteiro para aproveitarem Berlim em 48 horas.

 

berlim-centro.jpg

 

A primeira coisa que têm de saber é que dois dias é assumidamente pouco tempo para conhecer esta cidade, que geograficamente consegue ser maior do que Londres. Fomos na quinta à noite, tivemos os dias de sexta e sábado completos e regressámos domingo à hora de almoço. Com isto em mente, o plano que traçámos para este fim-de-semana de Páscoa ajudou a tirar o máximo partido do tempo que tínhamos. O que fizemos foi dividir os dois dias completos em duas facetas diferentes de Berlim: uma mais histórica e outra mais alternativa, que se complementam demasiado bem e a tornam numa cidade muito particular. No post de hoje vou falar-vos da parte histórica e, se quiserem, mais turística de Berlim.

Ler mais )

Cuba: algo es algo, pero no es todo

Chegámos finalmente ao último post sobre a viagem que fiz a Cuba em Fevereiro. A impressão que tinha sobre o país quando cheguei não é a mesma que tenho agora, depois de ter voltado e ter pensado mais sobre o assunto.

 

Quando me perguntam o que achei de Cuba, lembro-me sempre da frase que o Julio - o taxista que nos levou de Cienfuegos a Havana - disse: Algo es algo, pero no es todo. É verdade que cada cubano tem direito a uma quantidade básica de alimentos por mês, a uma habitação ou terreno e que o sistema de saúde é gratuito. Mas também é verdade que continua a ser um país muito pobre, onde mais de 70% do que é produzido é propriedade do Estado e em que as vacas são magras porque não são criadas para serem comidas. Paga-se demasiado ao Estado para matar uma vaca.

 

cuba-post.jpg 

Ler mais )