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Rita da Nova

16.01.19

Palavras Cruzadas // A esquisitinha do cinema

Rita da Nova
Admito que há coisas em que fiquei parada no passado e uma ida ao cinema é uma delas. Não me convencem com a ideia de ver um filme no portátil, deitada meio de lado no sofá ou na cama - é certo e sabido que antes da cena inicial eu já estou distraída a brincar com os gatos, a enviar uma mensagem no WhatsApp ou (pior!) a adormecer.  Para mim, o acto de ver um filme tem todo um ritual associado e envolve quase sempre ir ao cinema. “Ah, mas para que é que vais gastar dinheiro (...)
02.01.19

Palavras Cruzadas // Se eu soubesse o que sei hoje

Rita da Nova
Se eu soubesse o que sei hoje teria descansado em vez de estudar mais meia hora. Teria lido ainda mais livros de ficção e menos manuais escolares. Teria estado menos obcecada em apontar tudo o que os professores diziam e mais focada em observar as pessoas à minha volta.  Quando eu era criança (e depois pré-adolescente) vivia constantemente no medo de não ser suficiente. Tinha que ser a melhor em tudo, conseguir notas máximas e garantir que, no final do dia, ninguém tinha nada (...)
19.12.18

Palavras Cruzadas // A minha passagem de ano ideal

Rita da Nova
Há quem sonhe em viajar para destinos exóticos ou estar presente celebrações tão conhecidas como a passagem de ano da Madeira, do Rio ou de Sydney. Há quem goste de festejar até ser dia, com muita dança e álcool à mistura. Há aqueles que não dispensam bater panelas, comer passas, sincronizar a televisão para o countdown final. Sem esquecer os que usam cuecas azuis novas e os que gostam de dar um beijo no amor da sua vida quando o ano vira.  Seja como for, todos queremos (...)
05.12.18

Palavras Cruzadas // O melhor presente que poderia receber

Rita da Nova
O melhor presente que poderíamos receber este Natal. Engraçado: fui eu quem lançou este tema aqui nas Palavras Cruzadas, achando que teria uma ideia brilhante para escrever. Não tenho. Pensei também em transformar este post em mais uma rant sobre qualquer tema que me ande a enervar ultimamente, mas a Vânia falou demasiado bem daquilo que andava aqui encravado.  Não quero sequer nada pelo Natal. (...)