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Rita da Nova

10.01.19

Os livros da Rita // Americanah, Chimamanda Ngozi Adichie

Rita da Nova
Começar o ano e o desafio Uma Dúzia de Livros com uma empreitada de 700 páginas chamada Americanah, escrito pela Chimamanda Ngozi Adichie. É um dos livros mais conhecidos da autora e, apesar de ser enorme, tem muito presente uma das características que mais gosto nela - a capacidade de escrever sobre temas complexos e cheios de emoção de forma leve e cativante.  Americanah é, na sua essência, um livro sobre raça e sobre o que esta palavra pode significar consoante o local do (...)
04.01.19

Os livros da Rita // Slaughterhouse 5, Kurt Vonnegut

Rita da Nova
É possível que nunca tenha partilhado isto convosco, mas eu tenho uma lista no telemóvel onde aponto vários clássicos que quero ler antes de morrer. Claro que depois acabam por ficar mais esquecidos, mas quando os encontro com bons descontos no Bookdepository compro para ler. O Slaughterhouse 5, escrito por Kurt Vonnegut, fazia parte desta lista infindável até que eu decidi lê-lo neste período natalício.  Diga-se de passagem que é um livro muito pouco festivo, já que fala (...)
27.12.18

Os livros de 2018

Rita da Nova
Foi em Abril do ano passado que decidi começar a trazer uma das minhas grandes paixões aqui para o blog - os livros. Rapidamente se tornaram um dos temas que mais abordo por aqui e sobre o qual - não posso mentir - mais gozo me dá escrever. Sinto que este cantinho foi crescendo de uma forma especial através dos livros e da conversa que criamos em volta deles e não podia estar mais feliz por isso.  Desde 2015 que aponto todos os livros que leio por ano. É interessante comparar as (...)
26.12.18

Os livros da Rita // O Princípio de Karenina, Afonso Cruz

Rita da Nova
O Princípio de Karenina não é o típico livro de Afonso Cruz, pelo menos não o Afonso Cruz a que estou habituada. O que não significa que não seja bom, é só diferente. Quando saiu apressei-me a comprá-lo e decidi fazer dele um dos últimos livros de um 2018 demasiado recheado de leituras fortes, por isso soube bem mergulhar nas páginas tranquilas e meio melancólicas desta narrativa.  Toda a história é contada em forma de carta, de um pai para uma filha que não viu nascer. (...)