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Rita da Nova

01.01.23

Obrigada, 2022!

Rita da Nova
Dezembro é sempre um mês de balanços aqui pelo blog, por isso nada do que eu possa dizer neste post será propriamente novidade. Ainda assim, não quero deixar de marcar o início de mais um ano: gosto muito do número 23, então confesso que estou a depositar algumas esperanças em 2023, mas já ficarei contente se for metade daquilo que 2022 foi para mim.     Não tenho memória de um ano em que tudo se tivesse alinhado tão perfeitamente como neste — e vou guardar vários (...)
01.01.22

Obrigada, 2021!

Rita da Nova
Não sei se tenho grande coisa a acrescentar ao que fui dizendo sobre este ano, que pareceu tão curtinho e tão longo ao mesmo tempo. Foi um ano de muitas conquistas, mas também de algumas perdas importantes — ainda não estou em paz com algumas delas, mas estarei porque é para isso que o tempo serve. Acho que isto me ensina a ter muita calma e não fazer grandes planos, porque tudo pode mudar de um momento para o outro (e não é que há uma certa tranquilidade quando aceitamos que a (...)
01.01.21

Obrigada, 2020!

Rita da Nova
Não há nada que possa dizer sobre 2020 que vocês não saibam já, que vocês não tenham também sentido na pele. Foi uma das maravilhas deste ano, não é? Esta sensação de que estamos juntos a passar por algo, apesar de não estarmos bem juntos. E, ao mesmo tempo, a sensação de que nunca estivemos tão sozinhos, tão virados para dentro.   Ao contrário dos outros anos, não espero nada para o 2021 que hoje se instala. Dá-nos o que tiveres, que eu já estou por tudo – sei (...)
01.01.20

Obrigada, 2019!

Rita da Nova
Passei para 2020 a brindar.   À Patagónia. Ao Uma Dúzia de Livros. Ao nascimento da filha de uma grande amiga. A comprar casa. À Rússia. A falar em público. A ter a oportunidade de liderar uma equipa. A ver amigos casar e ver outros morrer. Ao MEG e os seus gatinhos. A mudar de emprego. A lançar um podcast. A Marrocos. A Londres umas três vezes. A receber a Bagheera.   Em 2019 cumpri sonhos, mas também tive que abrir mão de outros. Não podemos ter tudo, foi o que este ano (...)