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Rita da Nova

27.10.20

Campo de Sangue, Dulce Maria Cardoso

Rita da Nova
Oh, Dulce, porque é que me fazes isto? Desculpa tratar-te por tu, mas já nos sinto um bocadinho amigas. Não há nada que tu escrevas que seja só assim um bocadinho menos bom? Juro que começo um livro teu sempre da mesma forma, a achar que é desta que me desiludo… e nunca é.     Agora que já tive este pequeno diálogo com a Dulce Maria Cardoso na minha cabeça, é altura de vos falar de Campo de Sangue, o único romance da autora que ainda não tinha lido - apesar de o ter cá (...)
08.05.20

Os livros da Rita // Eliete, Dulce Maria Cardoso

Rita da Nova
Eu já sei o que estão a pensar: leram “Dulce Maria Cardoso” no título e têm a certeza de que me vou desfazer em elogios. Estão errados? Não, não estão. O tema deste mês d’Uma Dúzia de Livros é um livro português e eu vi isso como uma desculpa para ler finalmente Eliete, o livro mais recente da autora. Foi uma das minhas compras na Feira do Livro do ano passado e ainda não tinha tido tempo para lhe pegar.     Eliete conta a história de uma mulher com esse nome, que (...)
25.03.20

Os livros da Rita // O Chão dos Pardais, Dulce Maria Cardoso

Rita da Nova
Dulce Maria Cardoso tornou-se, sem dúvida, uma das minhas autoras favoritas de sempre e O Chão dos Pardais foi apenas mais uma confirmação disso mesmo. Gostava que ela fosse mais reconhecida, mais recomendada, mais lida. E, ao mesmo tempo, fico feliz por saber que ainda tenho tantos livros dela por explorar.     Em O Chão dos Pardais conhecemos várias personagens complexas, que se ligam de formas pouco previsíveis e, juntas, caminham para um clímax um pouco dramático. Há Alice (...)
11.06.19

Os livros da Rita // Os meus sentimentos, Dulce Maria Cardoso

Rita da Nova
Os meus sentimentos, de Dulce Maria Cardoso, é um daqueles casos de um livro que se estranha e só depois realmente se entranha. Mal a narrativa começa percebemos que a personagem principal - que é também a narradora - está dentro de um carro capotado, presa apenas pelo cinto de segurança. Basta juntar as peças e rapidamente percebemos que está morta ou prestes a morrer.     A partir daí, acompanhamos esta pessoa com “nome de flor que também é uma cor”, numa viagem ao (...)