Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Rita da Nova

Q&A #3 // Instagram, fotografia, objectivos e muito mais

Na semana passada usei a funcionalidade de perguntas no Instagram para que pudessem deixar as mais variadas questões. O objectivo, como vos disse na altura, era usá-las para fazer um post de Q&A - um formato de que gosto muito, mas que só faço de tempos a tempos. Abrir espaço às vossas perguntas é óptimo, já que me ajuda a perceber exactamente o tipo de temas de que gostam que fale por aqui.

 

q&a.jpg

 

Ainda tinha umas três perguntas guardadas, que não chegaram a tempo do último post de Q&A. Sem mais demoras, aqui ficam as perguntas e respectivas respostas:

Ler mais )

Palavras Cruzadas // Primeiro beijo

Durante a primeira hora (e dez minutos) em que nos conhecemos, não trocámos uma única palavra. Quer dizer, ele disse-me que eu ia perder aquele jogo e eu soube logo que ia ganhar - se não o jogo do sério, pelo menos qualquer coisa. A partir daí foi só silêncio e pode-se dizer muito sem dizer nada. Pelo menos pode-se imaginar, que quando se olha directo nos olhos de alguém é quase como se estivéssemos a dizer de facto qualquer coisa.

 

palavras-cruzadas-beijo.jpg

Ler mais )

O que os 26 me trouxeram

Há um ano escrevia-vos de Lyon, este ano faço o mesmo a partir de Copenhaga. E assim, de repente, passou um ano e eu já estou nos 27. Gosto muito mais de fazer aniversários ímpares do que aniversários pares, por isso despeço-me dos 26 com muita vontade de receber este novo ano.

 

birthday.jpg

 

Não me interpretem mal: os 26 foram do caraças. Aconteceu tanta coisa boa que seriam precisos muitos posts para vos falar sobre a forma como cresci este ano. Aprendi muito, comecei a abrir-me mais aos outros e às coisas boas que eles me podem trazer. Desconfiei menos e atirei-me mais. Algumas vezes não foi assim tão bom, mas na maioria (e naquilo que interessa) só teve consequências positivas.

Ler mais )

A caminho de Copenhaga (e dos 27)

Amanhã por esta hora já estarei a caminho de Copenhaga e dos 27. Não é novidade para ninguém que fui aprendendo a gostar de fazer anos, sobretudo desde que conheci o Guilherme. Tudo começou quando ele me ofereceu uma viagem a Amesterdão para celebrar os 25 e continuou no ano passado, em Lyon, quando recebi os 26.

 

copenhaga-aniversario.jpg

Ler mais )