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Rita da Nova

28.03.19

Adeus, Casinha! Olá, Casa Nova!

Rita da Nova
Esta semana despedimo-nos da nossa primeira casa. Confesso que não estava à espera de me ir tão abaixo e de me custar tanto tirar os móveis do sítio e os quadros da parede - afinal fui eu quem começou a pensar no processo de compra de casa em primeiro lugar.     Ontem, a cada coisa que levava para a casa nova, uma memória antiga surgia. Lembrei-me de quando achámos que nos estavam a assaltar a casa porque, cá de baixo, vimos pessoas naquela que achávamos ser a nossa varanda (...)
21.01.19

Três coisas para 2019

Rita da Nova
Vocês sabem que eu não sou de estabelecer resoluções para os novos anos. Tenho cuidado com essa coisa de criar objectivos muito rígidos, acho sempre que atirar para a lua traz mais frustração do que coisas boas. Até porque há muitos aspectos das nossas vidas que nós não controlamos (embora achemos que sim).     Ainda assim, 2019 começou com muitas novidades e mudanças, por isso não queria deixar de vos falar de três coisas que quero para este ano - ou que sei que vão (...)
02.01.19

Palavras Cruzadas // Se eu soubesse o que sei hoje

Rita da Nova
Se eu soubesse o que sei hoje teria descansado em vez de estudar mais meia hora. Teria lido ainda mais livros de ficção e menos manuais escolares. Teria estado menos obcecada em apontar tudo o que os professores diziam e mais focada em observar as pessoas à minha volta.     Quando eu era criança (e depois pré-adolescente) vivia constantemente no medo de não ser suficiente. Tinha que ser a melhor em tudo, conseguir notas máximas e garantir que, no final do dia, ninguém tinha nada (...)
01.01.19

Obrigada, 2018!

Rita da Nova
2018. Um ano de viagens de maior duração a Cuba e a Madagáscar e de menos escapadelas - a Londres, Berlim, Copenhaga e Sevilha. Um ano de mais livros, 26 ao todo. Um ano de muitas refeições boas, mas menos brunches porque os Workshops de Escrita Criativa são sempre ao fim-de-semana. Um ano de novos projectos, como o Dividimos a Conta e o Uma Dúzia de Livros. Acima de tudo, foi um ano de abertura aos outros. Não no sentido egoísta da coisa, do género “sou tão importante (...)