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Rita da Nova

21.01.20

Os livros da Rita // A Man Called Ove, Fredrik Backman

Rita da Nova
Se 2020 acabasse hoje, eu provavelmente já teria lido o melhor livro do ano. A Man Called Ove, de Fredrik Backman, é um daqueles livrinhos que parecem muito tranquilos ao início, mas escondem uma história profunda e emocionante.     Falando-vos um pouco do que podem esperar: Ove é um senhor velhote e maldisposto, cumpridor de regras e fã de fazer as coisas como sempre foram feitas. Tem rotinas estabelecidas e não gosta quando alguém ou alguma coisa interferem nesse processo - (...)
10.01.20

Os livros da Rita // Jesus Cristo bebia cerveja, Afonso Cruz

Rita da Nova
Jesus Cristo bebia cerveja, de Afonso Cruz, foi o livro que trouxe de 2019 para acabar de ler este ano. Não pensem que é porque é demasiado complicado de ler (pelo contrário!). Eu é que me esqueci dele no trabalho nos dias de Natal, então comecei outro para aproveitar os dois dias de leitura. Recomecei este há uns dias e provou ser mais um dos livros amorosos do autor.     Começa logo pela premissa: Rosa, uma jovem alentejana, e Professor Borja, de 70 e poucos anos, decidem (...)
07.01.20

Os livros da Rita // Surfacing, Margaret Atwood

Rita da Nova
Acabei o ano e comecei 2020 a ler o Surfacing da Margaret Atwood, autora do conhecido The Handmaid’s Tale. Comprei-o numa das idas a Londres e não me lembro bem do que me levou a pegar nele: provavelmente foi a sinopse na contracapa, que nos conta logo que a personagem principal regressa a um local da infância depois do desaparecimento do pai, para tentar encontrá-lo.     Foi a minha segunda leitura da autora e admito que ainda não sei bem se gostei ou não. Digamos que, para mim, (...)
12.12.19

Os livros da Rita // Harry Potter and the Goblet of Fire, J. K. Rowling

Rita da Nova
Depois de alguns tempos de pausa entre livros, decidi continuar a minha aventura nos livros da saga Harry Potter. Se só chegaram agora, sim, é verdade: eu tenho 28 anos e só agora estou a ler os livros e a ver os filmes pela primeira vez. Cheguei finalmente ao quarto volume, Harry Potter and the Goblet of Fire.     Não me canso de dizer isto: os livros vão ficando progressivamente mais adultos e sombrios. Para isso conta não só a narrativa, como a forma como a própria J. K. (...)