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Rita da Nova

22.01.19

Os livros da Rita // Patagónia Express, Luis Sepúlveda

Rita da Nova
Luis Sepúlveda é uma das minhas referências na escrita de crónicas sobre viagens, por isso fiquei muito feliz quando nos ofereceram o Patagónia Express como presente de casamento. Para além de saber que é uma das nossas viagens de sonho (e que está bem para breve), o casal que nos deu este livro também já tinha estado nesta zona da Argentina.  Para esta viagem, em vez de ler tantas informações práticas para a viagem, decidi inspirar-me na escrita de viagens de alguns autores (...)
10.01.19

Os livros da Rita // Americanah, Chimamanda Ngozi Adichie

Rita da Nova
Começar o ano e o desafio Uma Dúzia de Livros com uma empreitada de 700 páginas chamada Americanah, escrito pela Chimamanda Ngozi Adichie. É um dos livros mais conhecidos da autora e, apesar de ser enorme, tem muito presente uma das características que mais gosto nela - a capacidade de escrever sobre temas complexos e cheios de emoção de forma leve e cativante.  Americanah é, na sua essência, um livro sobre raça e sobre o que esta palavra pode significar consoante o local do (...)
04.01.19

Os livros da Rita // Slaughterhouse 5, Kurt Vonnegut

Rita da Nova
É possível que nunca tenha partilhado isto convosco, mas eu tenho uma lista no telemóvel onde aponto vários clássicos que quero ler antes de morrer. Claro que depois acabam por ficar mais esquecidos, mas quando os encontro com bons descontos no Bookdepository compro para ler. O Slaughterhouse 5, escrito por Kurt Vonnegut, fazia parte desta lista infindável até que eu decidi lê-lo neste período natalício.  Diga-se de passagem que é um livro muito pouco festivo, já que fala (...)
26.12.18

Os livros da Rita // O Princípio de Karenina, Afonso Cruz

Rita da Nova
O Princípio de Karenina não é o típico livro de Afonso Cruz, pelo menos não o Afonso Cruz a que estou habituada. O que não significa que não seja bom, é só diferente. Quando saiu apressei-me a comprá-lo e decidi fazer dele um dos últimos livros de um 2018 demasiado recheado de leituras fortes, por isso soube bem mergulhar nas páginas tranquilas e meio melancólicas desta narrativa.  Toda a história é contada em forma de carta, de um pai para uma filha que não viu nascer. (...)