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Rita da Nova

28.05.24

Atalanta, Jennifer Saint

Rita da Nova
E eu que não lia um retelling de mitologia há algum tempo? Confesso que, apesar de ter saudades, estava um pouco receosa de pegar em Atalanta (PT: Atalanta) porque o último livro da autora, Elektra, não me encheu completamente as medidas. Ainda assim, posso desde já dizer que fiquei presa à história desta heroína desde a primeira página, e que adorei a experiência de ler (...)
21.05.24

A Corrente, Filipa Amorim

Rita da Nova
Vou começar este post com uma mensagem de felicidade: felicidade por ver mais uma mulher a ser publicada em Portugal, felicidade por ver que a autora pôde estrear-se nos thrillers, o género que mais aprecia, felicidade por ver o panorama literário português a mudar aos pouquinhos. Estava muito entusiasmada por ler A Corrente, da Filipa Amorim, e nem as suas mais de quinhentas páginas assustaram.     Quando, após nove anos de ter desaparecido, o corpo de Francisco é encontrado (...)
17.05.24

História da Bela Fria, Teresa Veiga

Rita da Nova
Se têm acompanhado as publicações aqui pelo blog, saberão que tenho tentado encontrar a forma mais correta de ler coletâneas de contos. Se, por um lado, a minha vontade é a de ler tudo seguido — principalmente quando estou a gostar —, por outro, compreendo que acabo a misturar as histórias na minha cabeça e que a experiência pode não ser tão marcante quanto poderia.     Por isso mesmo, decidi experimentar uma abordagem diferente com História da Bela Fria, de Teresa (...)
16.05.24

Funny Story, Emily Henry

Rita da Nova
Chegámos à altura do ano em que o mundo literário entra coletivamente em excitex para receber um novo livro de Emily Henry. Funny Story (PT: Uma Boa História) tornou-se rapidamente um dos meus favoritos da autora, sobretudo pela forma mais madura como as personagens estão desenvolvidas, e valeu bem a pena esperar um ano por mais um livro dela.     Começando pela premissa: Daphne e Miles são o oposto um do outro — ela é metódica, ele é caótico —, mas o destino e o desgosto (...)