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Rita da Nova

Ter | 31.05.22

Islândia // Snæfellsnes Peninsula

Reservámos o nosso último dia de road trip pela Islândia para conhecer a Snæfellsnes Peninsula, considerada uma espécie de best off do país em versão concentrada? Porquê? Porque, apesar de não ser muito grande, consegue reunir as diferentes paisagens que podemos ir observando pela ilha — vulcões, praias de areia preta, cascatas, etc. Isto para dizer que, se não conseguirem muitos dias para uma viagem à Islândia, pode valer a pena considerar um percurso centrado em Reykjavik, Golden Circle e Snæfellsnes Peninsula, já que estas zonas ficam todas a distâncias bastante razoáveis de carro.

 

Snæfellsnes-capa.JPG

 

Falando-vos então daquilo que fizemos: sabendo que tínhamos apenas um dia para ver a península, decidimos ir praticamente directos de Akureyri, parando apenas na Víðimýrarkirkja, uma igreja considerada um exemplo da arquitectura islandesa, e no desfiladeiro de Kolugljúfur, que tem uma cascata de força impressionante.

 

Víðimýrarkirkja.JPG

 

Daí foram cerca de 2h30 até ao Visitor Center da Snæfellsnes Peninsula, onde parámos para beber água e decidir o que fazer a seguir. Em resumo, percorremos a península no sentido dos ponteiros do relógio a partir desta paragem. A primeira coisa que visitámos foi a Búðakirkja, uma igreja preta bem perto do mar.

 

Búðakirkja.JPG

 

Os dois pontos seguintes serviram para ver formações rochosas impressionantes: começámos na aldeia de Arnarstapi, onde há um percurso junto à falésia para observar o Gatklettur, uma formação rochosa em forma de arco. De seguida fomos até ao viewpoint que tem as melhores vistas para o Lóndrangar, uma série de pináculos rochosos que parecem mesmo um castelo.

 

 

Continuando no mesmo tipo de paisagens, fomos até à Djúpalónssandur, uma praia de areia preta que, além de lindíssima, ainda tem no seu areal os despojos de uma traineira de pesca que naufragou em 1948. Uma das coisas de que mais gostei na Islândia foi esta extrema confiança nos locais e nos turistas: estes despojos da história do país são deixados tal e qual aconteceram, com a esperança de que as pessoas não os danifiquem ou mudem de sítio.

 

 

Fizemos ainda duas paragens rápidas antes de chegarmos a Grundarfjörður, a vila onde ficaríamos a dormir: a primeira foi a praia de Skarðsvík, provavelmente a praia mais parecida com as nossas que vimos em toda a viagem, e os murais de street art em Hellissandur.

 

Hellissandur.JPG

 

Bem perto do nosso alojamento, o Grundarfjörður Bed and Breakfast, ficavam ainda a montanha Kirkjufell e a Kirkjufellfoss, porque não era possível terminar a viagem sem uma última cascata.

 

 

E assim acabam os relatos da nossa passagem pela Islândia, um país que adorei conhecer — ficaram bastantes coisas por fazer, mas nem por isso os nossos dias deixaram de ser preenchidos. Gosto de voltar com a sensação de que, se alguma vez quiser voltar, haverá mais coisas para ver e fazer. A caixa de comentários continua aberta para as vossas questões e comentários sobre a viagem. Ficou alguma coisa por responder?

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