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Rita da Nova

Bem-vindo, Risotto!

Já vos tinha apresentado o Risotto no Instagram e de forma breve aqui pelo blog, mas como crazy cat lady que sou, acho que este miúdo merece um post mais completo. Hoje quero explicar-vos como veio parar às nossas vidas e como está a correr tudo até agora.

 

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É claro que esta coisa de ter um terceiro gato foi sempre mais ideia minha do que do Guilherme, e por isso eu andava mais atenta aos anúncios de gatinhos para adoptar. Ainda pensámos em ajudar um gato mais crescido que tivesse sido abandonado, algo que é cada vez mais comum nesta altura do ano. Pensar-se-ia que a humanidade já estaria suficientemente evoluída para levar a sério o acto de adoptar um animal, mas parece que não.

 

Pensando primeiro na Guinness e na BB8 - o bem-estar delas era a nossa prioridade - era claro para nós que a adaptação de um gato adulto seria bastante mais complicada do que a de um gatinho. Embora elas sejam amorosas e tenham uma personalidade muito pouco conflituosa, a verdade é que a casa é território delas e é preciso ter isso em consideração.

 

Antes das nossas mini-férias nas Casas do Rio Sado vi um post no Facebook que contava a história do Risotto (na altura Nicolau). Não só tinha sido abandonado, como já tinha estado quase adoptado - mas afinal não porque “os olhos estavam a mudar de azul para verde”. Realmente há pessoas que nem se deviam aproximar dos animais, quanto mais pensar em levá-los para casa.

 

No regresso a Lisboa fomos vê-lo e, mesmo estando no meio de mais uma meia-dúzia de gatinhos resgatados da rua, foi mesmo ele que ganhou um lugar especial no nosso coração. Brincámos durante uma hora e meia, mas estávamos convencidos de que havia outras pessoas interessadas e que seria preciso esperar que todas o visitassem para que a família de acolhimento temporário decidisse o seu destino. E tal não foi o nosso espanto quando percebemos que tínhamos sido os únicos a aparecer.

 

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Não deu para resistir e o Risotto veio connosco nesse mesmo dia, embora não tivéssemos nada pronto para o receber. A adaptação à Guinness e à BB8 foi gradual, já que o erro mais comum é juntar logo um novo gato aos gatos residentes. Ao início elas estavam desconfiadas, mas de dia para dia a desconfiança foi dando lugar à curiosidade e, depois, à vontade de brincar.

 

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Ainda não temos a certeza da idade certa dele, mas há-de andar pelos 3 meses. Vai ser certamente um gato grande (a semana passada já pesava 1,7kg), mas muito amoroso e brincalhão. É louco por água e por todo o tipo de brinquedos, mas o fascínio dele é mesmo com as outras duas. Este miúdo veio mesmo trazer uma vida diferente à casa e eu não posso estar mais feliz com a nossa decisão.

 

É claro que o Risotto partilha o Instagram com as irmãs, por isso podem ir acompanhado o dia-a-dia deles. Agora que já vos expliquei um pouco melhor toda a história, digam-me: têm mais perguntas ou dúvidas - por exemplo sobre como juntar gatos? Ou estão à procura de gatinhos para adoptar? Eu posso mostrar-vos os restantes que estavam com o Risotto. Usem a caixa de comentários à vontade!

 

Se só chegaram agora e não fazem ideia de quem são a Guinness e a BB8, podem ler algumas das coisas que escrevi sobre elas:

> Coisas que aprendi ao ser mãe de gatas

> Quem cuida dos meus, cuida de mim

> O Gato Fica: deixar os gatos bem entregues nas férias

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