Não é preciso serem muito atentos para sabem que eu sou fã de Call Me By Your Name, tanto o filme como o livro de André Aciman. É uma das histórias mais bonitas com que alguma vez me cruzei e acho-a verdadeiramente relacionável. Por isso, conseguem imaginar a minha felicidade quando soube que o autor iria escrever um livro com a continuação de Oliver e Elio. A questão é que Find Me acaba por ser muito mais sobre a história de várias personagens individualmente do que (...)
Se 2020 acabasse hoje, eu provavelmente já teria lido o melhor livro do ano. A Man Called Ove, de Fredrik Backman, é um daqueles livrinhos que parecem muito tranquilos ao início, mas escondem uma história profunda e emocionante. Falando-vos um pouco do que podem esperar: Ove é um senhor velhote e maldisposto, cumpridor de regras e fã de fazer as coisas como sempre foram feitas. Tem rotinas estabelecidas e não gosta quando alguém ou alguma coisa interferem nesse processo - (...)
Jesus Cristo bebia cerveja, de Afonso Cruz, foi o livro que trouxe de 2019 para acabar de ler este ano. Não pensem que é porque é demasiado complicado de ler (pelo contrário!). Eu é que me esqueci dele no trabalho nos dias de Natal, então comecei outro para aproveitar os dois dias de leitura. Recomecei este há uns dias e provou ser mais um dos livros amorosos do autor. Começa logo pela premissa: Rosa, uma jovem alentejana, e Professor Borja, de 70 e poucos anos, decidem (...)
Acabei o ano e comecei 2020 a ler o Surfacing da Margaret Atwood, autora do conhecido The Handmaid’s Tale. Comprei-o numa das idas a Londres e não me lembro bem do que me levou a pegar nele: provavelmente foi a sinopse na contracapa, que nos conta logo que a personagem principal regressa a um local da infância depois do desaparecimento do pai, para tentar encontrá-lo. Foi a minha segunda leitura da autora e admito que ainda não sei bem se gostei ou não. Digamos que, para mim, (...)