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Rita da Nova

Vamos ao Bloggers Camp?

Quando me iniciei nestas lides de dar Workshops de Escrita Criativa, estava longe de saber que pouco tempo depois seria convidada pelo Bloggers Camp para estar presente na edição deste ano como speaker. Mas vamos por partes: para quem não sabe, a primeira edição do Bloggers Camp aconteceu em 2015, com o objectivo de funcionar como um encontro nacional de bloggers.

 

Se a ideia já era boa, ao longo do tempo a Ana, a Catarina e a Catarina (sim, são mesmo duas) decidiram ir criando mais momentos de partilha de conhecimento ao longo do ano, para além de melhorarem constantemente a “fórmula” do Bloggers Camp. E é por isso que, este ano, para além dos dois dias habituais em Lisboa, haverá também uma edição no Porto!

 

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Whole30: semana 2

Então não é que já vou a meio da jornada Whole30? Caso não estejas completamente a par do que estou a falar, podes ler um resumo da primeira semana deste desafio alimentar aqui.

 

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Se na primeira semana, como é tudo muito novo, estive mais focada em planear tudo com muita antecedência e a estar super atenta no momento das compras semanais, nesta segunda semana sinto que me preocupei menos e vivi mais todo o processo. E foi isso que fez com que houvesse um pequenino deslize no plano.

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Os livros da Rita // Where'd you go, Bernadette?, Maria Semple

Sabem aqueles livros cujas capas aparecem por todo o lado e que se tornam familiares por isso? Quando me emprestaram o Where’d you go Bernadette?, reconheci-o imediatamente, mas percebi que não tinha grande ideia sobre a história ou o tema. Quer dizer, na verdade sabia uma coisa: que tinha algo a ver com a Patagónia, já que o empréstimo surgiu numa conversa em que eu disse que é a minha próxima viagem de sonho.

 

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Berlim: a parte alternativa da cidade

Na semana passada falei-vos da parte histórica - e até turística - de Berlim, por onde passeámos no primeiro dia do fim-de-semana. Hoje chegou a altura de mostrar a outra faceta desta cidade, um lado mais alternativo que é tão típico quanto os monumentos antigos e a história da cidade. Como já tive oportunidade de explicar, como só tínhamos 48 horas para explorar a cidade, deixámos a Berlim alternativa para o segundo dia.

 

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Antes de partilhar convosco o plano que seguimos, convém que saibam uma coisa: as formas de arte alternativa são, na Alemanha, tão valorizadas quanto as artes mais clássicas. Falo de street art, graffitis, rap battles e horas seguidas de música techno. Com a queda do Muro de Berlim, no final dos anos 80, Berlim era na verdade duas cidades muito distintas e estas formas de expressão ajudaram a que as pessoas se voltassem a unir e a formar a cidade como a conhecemos hoje.

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