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Rita da Nova

Sex | 12.12.25

Os melhores momentos de 2025

Se esta é a primeira sexta-feira de dezembro, isso significa que é altura de inaugurar uma das minhas épocas favoritas aqui pelo blog: a dos balanços do ano em diferentes categorias. Ao contrário do costume, quis começar pelos melhores momentos porque estou a sentir que preciso de olhar para trás e ganhar alguma perspetiva mais positiva em relação a este ano. 2025 começou tranquilo, mas este final de ano está a ser caótico e muito desafiante, por isso nada como pôr os pratos na balança e tentar focar nas coisas boas.

 

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Sem qualquer ordem específica, aqui ficam os melhores momentos de 2025:

 

1. Publiquei o meu livro favorito até à data

No final do ano passado tinha-vos dito que estava muito orgulhosa do que estava a escrever, que era «Apesar do Sangue», e posso confirmar que o orgulho se manteve durante o resto do processo (lançamento incluído). Adorei escrever a história da Glória, da Helena, do Eduardo e do Pedro, e fiquei muito sensibilizada com as mensagens que fui recebendo de vários leitores — obrigada por continuarem a ler-me, por falarem dos meus livros e os recomendarem a outras pessoas. Saibam que cada um de vós contribui para que possa continuar a ter a minha profissão de sonho: escrever.

 

 

 

2. Passei o meu aniversário em Dublin (com direito a detox digital)

Conheci as Samsù Cabins através do Instagram e soube logo que queria aliar a tradição de viajar no meu aniversário com uma estada em regime de detox digital. A última vez que me tinha sentido tão assoberbada com o telemóvel e o mundo digital em geral foi durante a pandemia, mas este ano parece que consegui chegar a esse nível. É uma chatice, porque preciso de estar nas redes sociais e na internet para divulgar o meu trabalho, mas ao mesmo tempo fico com a sensação de que estou a contribuir para que mais pessoas fiquem desgastadas por esta era em que vivemos (eu incluída).

 

 

Mas falando especificamente deste momento do ano: começou com dois dias de passeio em Dublin (o do meu aniversário incluído), em que aproveitamos para simplesmente comer bem e calcorrear livrarias, e depois mais duas noites a 1h da cidade, numa cabana onde se recomenda vivamente que os hóspedes desligassem os telemóveis e os deixassem numa caixinha até ao momento do check-out. Gostei tanto, tanto, tanto da experiência que não passamos para 2026 sem repetir (desta vez por Portugal).

 

 

3. Estivemos em tour com o Terapia de Casal

Foi a terceira vez em que vestimos uma roupa decente e tirámos o podcast da nossa sala. Fizemos dez cidades, com quinze espetáculos no total, e embora seja muito cansativo, é sempre maravilhoso poder ver as reações das pessoas às coisas (parvoíces) que dizemos todas as semanas. Nesta edição tivemos várias novidades, desde um novo segmento chamado «Tribunal da Relação» a convidados incríveis em todas das datas. Cheguei ao final do ano exausta, mas muito satisfeita com tudo o que preparámos para os ouvintes.

 

 

Se, por acaso, ficaram com vontade de ouvir estes episódios gravados ao vivo, saibam que podem fazê-lo através do nosso Patreon. Espero que gostem!

 

 

4. Festejámos o quarto aniversário do Livra-te

Num ano de mudanças também no podcast, do qual sou a única host agora, fazia-me sentido pôr em marcha uma ideia que já vinha desde os primórdios do projeto: celebrar o aniversário ao vivo, com ouvintes. Por questões de agenda só foi possível organizar um encontro em Lisboa e outro no Porto, mas saí de ambos com a confirmação da minha suspeita — há poucas comunidades como esta.

 

 

 

5. Passar tempo com os meus

Pode parecer bastante básico, mas num ano que testou os meus limites em vários aspetos, poder passar tempo com a minha família e com os meus amigos, e garantir que temos sempre um «buraquinho» na agenda para estarmos juntos foi essencial para mim. Fui verdadeiramente feliz nas tardes de co-work com o Jojo, nas aulas de Country Line Dance com a Márcia, passando nos jantares, retiro e trocas de livros com a Pat e, entre outros, nos poucos sábados em que eu e o Guilherme decidimos que nada nos arrancaria do nosso sofá.

 

 

Mas «os meus» agora são mais um: o meu sobrinho Duarte nasceu a poucas horas de entrarmos em 2025, portanto tecnicamente ainda deveria ser uma coisa boa de 2024, mas vê-lo crescer, estar perto e presente, foi sem dúvida um dos pontos altos do meu ano. É mesmo verdade aquilo que dizem de as crianças nos ajudarem a reparar nas coisas de outra forma, e a dar atenção àquilo que poderia passar despercebido.

 

 

Se puder ser completamente honesta, mal posso esperar por 2026 — preciso de um novo ano com energias renovadas, sem a sensação de que estou sempre a correr atrás do prejuízo! Para a semana prometo que o ambiente será um pouco mais leve, já que pretendo trazer-vos as melhores coisas que vi em 2025. Mas, por enquanto, quero saber: quais foram os vossos melhores momentos do ano?