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Rita da Nova

Sab | 17.06.17

Detox Go Natural: limpar o organismo sem perder o sabor

Li algures que a Go Natural está a criar um novo plano de detox e lembrei-me que nunca vos tinha falado da minha experiência. Confesso que nunca tinha achado muita graça à moda dos sumos ou dos chás, mas isso mudou quando conheci o plano de detox da Go Natural. Primeiro, porque acho que o conceito da marca de “Fazer as Pazes com a Comida” é algo que todos devíamos seguir. Depois, porque nunca tinha conhecido um plano tão composto e apetitoso.

 

Mas vamos por partes. Há programas para um, três ou cinco dias. Todos os meses faço o de apenas um dia, para fazer um reset ao meu corpo. Quando sinto que preciso de uma limpeza um pouco mais profunda, então opto pelo de três.

 

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Para os mais cépticos: não, ninguém passa fome quando faz um destes programas. E também não vão ficar dias a fio a beber apenas sumos. Entre o chamado juicing há snacks deliciosos como pipocas, frutos secos ou gelatina. Ao almoço e ao jantar há sopas de diversos sabores, com toppings para adicionar um elemento crocante. Há seis momentos de refeição durante o dia, e pelo menos a mim, dá-me a sensação de que estou sempre a comer! Nos planos de três ou cinco dias há ainda a possibilidade de adicionar uma refeição low carb, porque o objectivo não é fazer ninguém passar fome.

 

“E os sumos são daqueles que sabem mal?”, perguntam vocês. Aí é que a coisa fica ainda mais interessante: provem, por exemplo, os sumos Lucia Love, Matcha Mind ou Açai Boost e verão que fazer um detox nunca foi tão doce. Se quiserem experimentar antes de arriscar um plano destes, podem sempre provar os sumos em qualquer loja Go Natural.

 

Por isso, se estão à procura de uma forma de limpar o organismo de todos os excessos que cometeram ou simplesmente querem conseguir um boost de energia saudável através da alimentação, então aconselho vivamente a experimentarem o detox da Go Natural. 

Estou muito curiosa para conhecer o plano deste ano e irei definitivamente testá-lo. E vocês? Já alguma vez fizeram um detox?

Qui | 15.06.17

"Strong mind, stronger butt"

Quem me conhece há mais anos sabe que eu nem sempre fui muito adepta de exercício físico. Até entrar na faculdade representava o estereótipo da miúda marrona: era pequenina, calada, pálida e rechonchuda. Os óculos só viria a usá-los uns anos mais tarde, mas para o caso pouco importa. As aulas de educação física eram um tormento e nunca me dei ao trabalho de perceber se tinha sequer aptidão para este tipo de actividades.

 

Quando entrei na faculdade comecei a preocupar-me mais com fazer uma alimentação saudável, mas ainda assim desprezava tudo o que envolvesse mexer o corpo. Deixei as carnes vermelhas - até porque nem sequer gostava particularmente do sabor ou textura - e descobri uma série de legumes e vegetais diferentes e saborosos. Ainda antes de fazer Erasmus em Turim comecei a ganhar algum gosto pela corrida. Não exigia muito - só um par de ténis e roupa confortável - e na verdade fazia-me muito bem à cabeça e à criatividade.

 

Inscrevi-me pela primeira vez num ginásio em Janeiro de 2013, fruto de uma decisão que tomei enquanto fazia inter-rail pelo leste europeu. Desde então nunca mais parei. É um grande cliché, mas é verdade: o exercício físico vicia e não somos os mesmos depois de começarmos. Obriguei-me sempre a ir todos os dias, porque se há coisa que sou é perfeccionista e obcecada pela ordem. E não há outra forma de criar (boas) rotinas, temos mesmo que impor metas e regras a nós mesmos para o conseguirmos.

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Salvo raras excepções, hoje em dia faço exercício 6 vezes por semana. Se custa levantar-me todos os dias às 6h30 da manhã para ir ao ginásio? Vou ser muito honesta: não. No início custava um bocadinho, mas a verdade é que começo os dias com muito mais energia e motivação se for ao ginásio de manhã. Por isso, hoje decidi falar-vos um pouco da minha rotina de exercício, que considero uma mistura feliz entre musculação, aulas de grupo e outros tipos de exercício.

 

A musculação levada mais a sério fez parte da minha rotina logo no primeiro ginásio em que estive, mas quando me mudei para o Pump acabei por dar primazia às aulas de grupo. Faço normalmente duas a cada manhã: Body Pump, Cycle, CxWorx, HIIT, Power Jump e Body Attack são as minhas favoritas. Prefiro aulas mais de cardio mas que também trabalhem músculo. Ainda assim, recentemente o Guilherme convenceu-me (com a ajuda do grande Nuno) a investir também algum tempo e energia em planos de musculação, focados sobretudo na parte superior do corpo. Como tenho menos pressa, normalmente opto por fazer este tipo de treino ao fim-de-semana.

 

Para finalizar, comecei há pouco tempo a completar o Insanity Workout com alguns colegas de trabalho, às horas de almoço de 2ª, 4ª e sexta (embora me tenha baldado nas últimas duas semanas, mas vamos ignorar esse facto). Sempre que posso tento experimentar outras modalidades, como Stand Up Paddle ou Escalada Interior, embora nem sempre tenha disponibilidade para continuar a ter aulas.

 

Mas não se preocupem: se há coisa que respeito é o meu corpo e sei perfeitamente que há momentos em que ele precisa de mais descanso. Aprendi, ao longo destes quatro anos de exercício físico, a ouvir os sinais do meu corpo e a responder de acordo. Percebi que as massagens de recuperação desportiva funcionam muito bem comigo e faço-as uma vez por semana, incidindo na área do pescoço, ombros e omoplatas (onde acumulo mais tensão).

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(via Pinterest) 

 

Não se esqueçam também que cada pessoa é diferente e que, por isso, não devem existir duas rotinas de treino iguais, mas sintam-se à vontade para deixar as vossas dúvidas ou questões. E, já agora, falem-me também um pouco da vossa relação com o exercício físico! O que é que resulta (ou não) convosco?

 

Ter | 13.06.17

Como aproveitar melhor a Feira do Livro

Bem sei que já não é uma grande novidade, mas cheguei há pouco da Feira do Livro de Lisboa e não queria deixar de vos falar um bocadinho desta e de outras visitas. Da maneira como a vejo, a Feira do Livro nunca foi apenas um sítio onde podemos comprar livros mais baratos. Na verdade, passear no Parque Eduardo VII nesta altura do ano é um hábito que trago comigo desde que sou pequena e, para mim, dá muito mais significado às festas de Lisboa do que os Santos Populares, por exemplo.

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Houve anos em que perdi a cabeça (e a carteira) e anos em que a visitei várias vezes sem comprar um único livro. E hoje decidi reunir um conjunto de dicas e aspectos imprescindíveis para quem quer tirar o maior proveito possível da Feira do Livro de Lisboa.

 

O percurso

Comecemos pela maneira como passeio na feira. Normalmente gosto de passar por todas as banquinhas, mesmo que não as observe com atenção, por isso costumo começar pela esquerda de quem está no Marquês de Pombal. Subo até ao fim das bancas e desço pelo mesmo lado para ver a outra metade. E repito o percurso do lado direito da feira. Se acabo por andar mais do que era necessário? Sim. Mas essa também é a magia da Feira do Livro.

 

Encontrar as melhores oportunidades

Há várias formas de descobrir aqueles livros que não encontramos em lado algum ou de poupar bastante na compra de alguns títulos. O primeiro truque que têm que saber é que devem consultar sempre o site da Feira do Livro para planearem melhor as vossas visitas. Isto porque é lá que vão encontrar mais informações sobre O Livro do Dia (uma selecção diária de títulos que estão ainda mais baratos do que o preço de feira naquele dia) e sobre a Hora H (de 2ª a 5ª entre as 22h e as 23h podem comprar livros com mais de 18 meses de edição por apenas 50% ou menos do preço de feira).

Do lado direito de quem está de costas para o Marquês ficam também algumas das bancas de alfarrabistas, ideiais para encontrar livros que já não são editados e, ainda no mesmo lado, fica uma das minhas bancas favoritas - a da Tinta da China. É aqui que está reunida a melhor colecção de livros de viagens actualmente editada em Portugal, imperdível se forem fãs deste tipo de literatura.

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What else?

É perfeitamente possível passar horas e horas na Feira do Livro, até porque há sempre uma série de eventos para assistir, como sessões de autógrafos, leituras públicas ou até showcookings. Como já disse, é tudo uma questão de se informarem primeiro no site para decidirem em que dias vos faz mais sentido visitar a feira, seja pel’O Livro do Dia ou porque vai lá estar um autor de que gostam muito.

Mas uma coisa é certa: vão com fome porque as bancas de comida são cada vez mais e melhores. A verdade é que a comida de rua em Lisboa tem sofrido uma transformação brutal e agora, se quiserem fugir à típica fartura, podem desfrutar de outros tipos de comida na Feira do Livro. E, pela vossa saúde e sanidade física, munam-se de muita água antes de começar porque tem estado demasiado calor nesta cidade. Ou façam como eu e percorram toda a feira de limonada do Pedal a Gosto na mão.

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Ó Rita, o que é que compraste?

Este ano não consegui resistir à tentação de trazer livros comigo. Houve anos em que fui mais forte, mas (sem saber) havia dois Livros do Dia muito mais baratos à minha espera: A Amiga Genial da Elena Ferrante e o primeiro volume da trilogia 1Q84, do meu querido Murakami, que nunca tinha lido por ser demasiado caro. Ficaram por apenas 11€ cada um. E mesmo antes de sair da feira não consegui resistir ao A Rapariga no Comboio da Paula Hawkins, que esteve lá há uns dias para uma sessão de autógrafos.

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Antes de vos fazer a pergunta da praxe (a saber, “quais são os vossos truques para aproveitar a Feira do Livro a 100%?”), não queria deixar de partilhar mais uma pequena dica convosco. Normalmente, assim que a Feira do Livro é inaugurada, há uma série de outras livrarias a entrar em (boas) promoções para fazer face à concorrência, como a FNAC, a Bertrand ou o Continente. E embora as promoções da Feira do Livro compensem sempre mais do que comprar noutra altura do ano, confirmem sempre primeiro se os livros que querem não estão mais baratos noutros sítios.

E agora sim: quais são os vossos truques para aproveitar a Feira do Livro a 100%?

Dom | 11.06.17

A inspiração pode ter várias formas

Alguma vez deram por vocês a seguir contas estranhíssimas no Instagram ou a fazer “gosto” em páginas parvas no Facebook? Quem nunca, não é? Eu sou perita em gostar de conteúdos no mínimo peculiares, por isso hoje trouxe um conjunto de contas de Instagram que sigo e adoro - por mais tonto que isso pareça.

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(via Pinterest)

 

 

Juniper, the happiest Fox (@juniperfoxx)

Digam lá que conseguem resistir a esta fofura toda? Sou fã desta raposa e confesso que adoraria ter uma bola de pêlo destas em casa. Mas como nem tudo são maravilhas - e para previnir casos de adopção e abandono - a dona publica alguns posts a explicar o quão difícil é ter uma raposa como animal de estimação.

 

 

 

Mr. Pokee, the Hedgehog (@mr.pokee)

Continuando na rubrica animais-super-fofos-que-a-Rita-gostaria-de-ter-embora-seja-impossível, passamos para a conta do Mr. Pokee, o ouriço-cacheiro. Sou só eu que acho este bicho uma das coisas mais adoráveis deste mundo?

 

 

 

Burratagram, a maravilha do queijo (@burratagram)

Achavam que as contas que sigo não podiam ser mais específicas? Mas é claro que podem! É que em vez de seguir uma conta sobre queijo em geral ou, vá, sobre mozzarella, eu vou ao ponto de gostar de um Instagram só sobre burrata - um queijo feito com mozzarella e creme de leite. Digam lá que não parece tudo delicioso?

 

 

E tinha muito mais para vos mostrar, mas agora também quero conhecer as contas estranhas que seguem!