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Rita da Nova

Sex | 19.05.17

Zomato: experiências de ouro

A minha história com a Zomato já tem algum tempo. Temos que recuar até ao início da empresa cá em Portugal, poucos dias depois de terem a plataforma online. Encontrei-a por acaso - queria conhecer o menu do restaurante da Mesquita de Lisboa e não o encontrava. Mas a Zomato tinha-o. Quando percebi para que servia a plataforma inscrevi-me imediatamente e comecei a publicar reviews e fotografias de sítios onde já tinha estado, para ajudar pessoas como eu, que procuram o máximo de informação possível sobre novos restaurantes. Dias depois recebi um e-mail a convidar-me para conhecer os escritórios. Achei estranho - soou até a esquema de banha da cobra -, mas lá fui (não sem antes googlar a Sara e o Miguel, não fosse perder um rim). Conheci-os e comecei, pouco a pouco, a fazer parte de uma família que, como qualquer família que se preze, se reunia de vez em quando à mesa.

Esta introdução toda serve para vos explicar porque é que tenho tanto orgulho da referência que a Zomato Portugal se tornou, não só para as Zomatos de outros países, mas para as startups em geral.

Ontem reuni-me mais uma vez com esta família para celebrar a sua mais recente conquista - a Zomato Gold. Foi no maravilhoso Less by Miguel Castro e Silva, que fica no espaço Embaixada do Príncipe Real. Antes de mais, quando o Chef disse que aquele espaço era inspirado no conceito “less is more” achei que não podíamos estar mais sintonizados. Sim, o Chef jantou connosco, como é comum nestes encontros. Falou-nos das suas inspirações e dos seus projectos. Partilhou connosco alguns pratos que ainda não estão na carta, mas que certamente estarão disponíveis muito em breve.

less

 

Estava tudo fantástico, mas fiquei rendida a um prato que é a minha cara - ravioli de abóbora assada com amêndoas.

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A parte boa? Este é um dos pratos que já faz parte da carta do restaurante, portanto toca a ir prová-lo. E, de preferência, com a ajuda da Zomato Gold.

  

O que é a Zomato Gold?

Basicamente é uma subscrição de 3, 6 ou 12 meses que vos dá acesso a 2, 4 ou 6 visitas (respectivamente) a mais de 300 restaurantes, em que o segundo prato é grátis. Na prática é um sistema 2 por 1 que vos vai permitir jantar mais vezes fora sem que a carteira se sinta ofendida. Garanto-vos que a subscrição se paga a si mesma muito rapidamente e que vão ganhar nova vontade de experimentar novos sítios. Falo por mim: sempre gostei de jantar fora, mas por vezes é preciso um pouco mais de contenção, sobretudo em alturas de planear viagens.

E como as coisas boas devem ser partilhadas, tenho um presente para vocês. Quando subscreverem um dos pacotes Zomato Gold podem inserir o código RITADA e têm 25% de desconto.

 

E desse lado, costumam usar Zomato? Já são membros Gold?

Qui | 18.05.17

Partes de Paris no meu coração

Há dias, como hoje, em que me apetece parar tudo e fazer de Paris o meu destino por uns dias. Já aqui vos tinha falado da primeira viagem que eu e o Guilherme fizemos juntos - éramos para ir até Dublin, mas acabámos em Paris. No espaço de poucas horas (e com bastante facilidade) planeámos os dias que se seguiram, sentados num café no aeroporto. Isto para dizer que a ida a Paris é uma das viagens mais fáceis de organizar: há imensa informação por aí, muitos guias e roteiros já feitos. Por isso, hoje resolvi trazer antes os sítios que mais gosto de visitar quando vou a Paris.

 

Montmartre & Sacré-Coeur

Bem sei que já é considerada, inevitavelmente, uma das zonas mais turísticas da cidade, mas arrisco em dizer que todo o bairro de Montmartre e a bela Sacré-Coeur são a minha parte favorita da viagem. Pelo ambiente artístico que se vive, pela vista a que temos acesso ou simplesmente pela calma que senti de todas as vezes que estive sentada naquela escadaria. Escrevi há muito tempo um post sobre a experiência de ter ido sozinha a Paris - podem lê-lo aqui.

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Shakespeare and Company

Mesmo nas áreas mais turísticas da cidade - como é o caso da Île de la Cité, o verdadeiro coração da cidade - encontram pequenos recantos que nos abrigam, por momentos, da confusão. A livraria Shakespeare & Co não é propriamente um segredo bem guardado de Paris, mas é certamente o paraíso de todos os ratinhos de biblioteca como eu. Entrem, leiam as recomendações que vos são deixadas junto aos livros, folheiem-nos e tragam o máximo que puderem convosco. Isto porque, para minha felicidade, a livraria vende sobretudo livros em inglês!

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Museu de Orsay

Se os museus fazem sempre parte dos vossos planos quando viajam, então certamente que devem ter o Louvre na lista. Faz todo o sentido, já que é o museu mais conhecido da cidade e o segundo mais visitado do mundo. E se tiverem menos de 26 anos não pagam entrada. Ainda assim, queria desviar a vossa atenção para outro museu que fica ali bem perto, à distância de um atravessar de ponte. Chama-se Musée d'Orsay e foi estabelecido na Gare d'Orsay, uma antiga estação de comboios. Mais do que as obras de arte que lá estão (tem a maior colecção de arte impressionista do mundo), vale também a pena pelo edifício em si.

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Tour de Montparnasse

Posso “destruir-vos” outro ícone da cidade de Paris? Está bem, talvez não seja bem destruir, mas a verdade é que acho a subida à Torre Eiffel completamente sobrevalorizada. Não só porque é cara, como podem demorar horas na fila até conseguirem subir. E depois, na verdade, sobem até onde podem mas acabam por ver Paris sem aquilo que mais a caracteriza - a própria Torre Eiffel. Confesso que, embora seja bonita, estranhei um pouco a vista. Seja como for, não vos ia dizer para não subirem à Torre Eiffel sem vos apresentar uma alternativa. A Torre de Montparnasse oferece uma vista igualmente bonita, com a vantagem de ser mais barata e ter muito menos filas. E se quiserem uma vista ainda mais espectacular, façam a subida por volta da hora do pôr-do-sol.

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Les Passages Couverts

Este talvez seja um segredo um pouco mais bem guardado desta cidade. Sem estarem à espera vão encontrar algumas passagens cobertas, com lojas e cafés lá dentro. Sempre que virem uma façam um favor a vocês mesmos e entrem. A Passage Jouffroy é a minha favorita pela quantidade de alfarrabistas que alberga. Deixo-vos um artigo da Time Out que fala um bocadinho de cada uma destas passagens.

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E comida, não há?

Pois claro que há, ora essa! Até parece que não me conhecem. Bem sei que já falei desta boulangerie aqui pelo blog, mas não podem ir a Paris sem passar no Du Pain et Des Ideés. Aproveitem uma ida à zona do Canal de Saint-Martin (onde, aliás, se come muito bem no geral) e deliciem-se com a quantidade de sabores diferentes que podem provar num caracol. A minha sugestão? O de Pistachio e o de Frutos Vermelhos, mas honestamente qualquer coisa que comam ali vai estar acabada de fazer e, por isso, maravilhosa.

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Haveria outras mil recomendações de restaurantes que poderia fazer, mas quero deixar-vos duas que considero muito especiais. Se gostarem de comida Mexicana não podem deixar de conhecer o Candelaria. Entram por um sítio super pequeno, só com uns 6 lugares sentados no máximo, e entram por uma porta situada lá bem ao fundo. Nada será igual depois de passarem por lá: abre-se todo um mundo maravilhoso de cocktails, num bar muito bem decorado. Podem marcar com antecedência, mas atenção que a reserva só dá direito a uma mesa no bar. Para comer terão mesmo que voltar ao sítio por onde entraram. Sentem-se onde der e aproveitem. A comida é mesmo muito boa e o ambiente é muito descontraído.

Uma das melhores coisas de Paris (como, aliás, das grandes capitais), é a possibilidade de provar inúmeros tipos de cozinha diferentes, feitos por quem sabe. Por isso, a minha última sugestão é de comida vietnamita - Paris Hanoï. Vão cedo porque, como é apanágio desta cidade, o sítio é muito pequeno. Não posso explicar-vos o quão em casa me sinto neste restaurante, muito embora não tenha raízes em Paris ou no Vietname.

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Contem-me tudo: já foram a Paris? Que sítios trouxeram no coração? Quem não foi, que coisas gostaria de saber mais para ajudar a planear a viagem?

 

 

Ter | 16.05.17

Casa Modesta: um regresso às origens

Este fim-de-semana pusemo-nos a caminho do Algarve, mas não do Algarve conhecido e descaracterizado. O nosso destino era Olhão, mais especificamente Quatrim do Sul, com a promessa de passar dois dias na Casa Modesta. Queríamos celebrar o aniversário do Guilherme sem grandes confusões. Estava à espera de descanso, sim, mas esta casa e as pessoas que lhe dão vida fizeram deste fim-de-semana um dos mais especiais dos últimos tempos.

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Foi a Guida quem nos deu as boas-vindas, já que o Carlos e a Vânia - os irmãos que reabilitaram a casa - estavam nos Estados Unidos a receber um prémio de arquitectura pelo projecto. Mas apesar do sucesso e mediatismo a que têm sido sujeitos, nada aqui é pretensioso. Abrem-nos as portas para uma casa que, mais do que quatro paredes, é uma história de amor por uma região, pela terra e pelas pessoas que sempre cuidaram dela. E é por isso que o nome - Casa Modesta - não podia ter sido mais bem escolhido.

Porque se há coisa que se quer é modéstia na maneira de viver e de conviver com os outros. Na maneira de pôr um bocadinho de nós em tudo o que fazemos, por mais pequeno que seja. Voltei a Lisboa de coração cheio e com a sensação de ter estado num ambiente de infância, onde não há maldade nem interesses; onde só há a simples e genuína vontade de partilhar.

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Na Casa Modesta, o pequeno-almoço é mais do que fruta fresca da região, pão cozido no dia e bolos acabados de fazer. É mais do que compotas caseiras e produtos vindos da horta que podemos ver pela janela. Aqui o pequeno-almoço também é uma conversa calma com a Guida e sorrisos trocados com a Tânia. Estar à beira da piscina não é apenas molhar os pés na água gelada enquanto o sol nos toca a pele. Estar à beira da piscina é ver a nossa leitura interrompida por morangos e physalis acabados de colher.

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Se algum dia, como sinceramente espero que façam, decidirem visitar este sítio, escolham a época baixa e aproveitem a calma e o calor das pessoas desta casa. Ponham-se nas mãos delas e deixem que vos mostrem um Algarve diferente, um sabor diferente da comida e um lado diferente do ser humano. Prometo que não se vão arrepender. Resta-me agradecer ao Carlos, à Guida e à Tânia por me terem levado, cada um à sua maneira, numa viagem de regresso às origens: da vida, da terra e da honestidade humana. 

Sex | 12.05.17

#ritanarotadobrunch em 2017

Quem me segue no Instagram sabe que costumo usar a hashtag #ritanarotadobrunch para identificar os sítios onde vou fazendo esta refeição, seja por cá ou lá fora. Tudo começou como forma de registar a minha experiência com os packs 2 por 1 da Time Out, que tenho comprado sempre de há uns quatro anos para cá. Com o tempo foi-se tornando também numa maneira de me recordar dos brunches a que já fui e para avivar a memória sempre que quero escrever o falar sobre eles.

Por isso - só mesmo para vos dar fome e vos encher de planos para o fim-de-semana que aí vem - decidi mostrar-vos os sítios por onde a hashtag #ritanarotadobrunch já andou este ano. Sem grandes palavras, só com imagens de abrir o apetite.

 

Lisboa // The Mill, Leitaria Lisboa e A Minha Cozinha

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NYC // Bluestone Lane

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Porto // Terrella e Zenith

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E vocês, por que brunches já andaram este mês? Que brunches me recomendam?

Já agora, se quiserem conhecer alguns dos meus favoritos basta lerem este post.