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Rita da Nova

15.04.21

Daisy Jones and The Six, Taylor Jenkins Reid

Rita da Nova
Há muito tempo que não lia um livro num formato tão diferente quanto Daisy Jones and The Six, de Taylor Jenkins Reid. O livro é todo escrito em forma de entrevista a uma banda (The Six), a Daisy Jones e a várias outras pessoas que foram acompanhando o surgimento e crescimento da banda, bem como o processo todo até Daisy se juntar a eles. É importante que saibam que é completamente ficcionado, embora a inspiração em bandas reais, sobretudo os Fleetwook Mac, seja mais do que óbvia.    (...)
14.04.21

Bad Feminist, Roxane Gay

Rita da Nova
Continuamos aqui na senda dos livros-que-eu-comprei-porque-estavam-extremamente-baratos-no-Kobo? Continuamos, pois, e hoje trago-vos Bad Feminist, de Roxane Gay. Embora goste bastante de ler coisas dentro do tema, o formato de crónicas ou ensaios não é aquele que escolho com mais frequência. Apesar disso, posso dizer-vos que gostei bastante da experiência de acompanhar a autora ao longo destes textos.      Bad Feminist parte exactamente desta ideia da autora sobre si própria, de (...)
13.04.21

If On a Winter’s Night a Traveler, Italo Calvino

Rita da Nova
Lembro-me perfeitamente da primeira vez que ouvi falar de If On a Winter’s Night a Traveler, de Italo Calvino – foi numa aula da cadeira de Textualidades, que tive na faculdade. Não sei ao certo como é que a professora o descreveu, mas sei que apontei o nome num caderno nesse dia e, desde então, ficou na minha lista de livros para ler. Alguns anos depois, quando fomos a Nova Iorque, levei (...)
02.04.21

In Five Years, Rebecca Serle

Rita da Nova
Se eu sou a primeira pessoa a dizer que não se deve julgar um livro pela capa e, depois, sou também a primeira a fazê-lo? Às vezes acontece e pronto, é preciso admitir e seguir em frente. Já tinha visto o livro In Five Years, de Rebecca Serle, um pouco por toda esta Internet, mas achei sempre que não era para mim. Até que o Kobo me acenou com o belo preço de 99 cêntimos e eu lá decidi dar-lhe uma oportunidade.      Ainda bem que o fiz – não porque o livro tenha mudado a (...)