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Rita da Nova

26.01.23

AS COISAS QUE FALTAM é o meu primeiro livro de ficção!

Rita da Nova
Bem sei que ontem anunciei a novidade pelo Instagram, depois de alguns dias a lançar um ou outro teaser, mas não podia deixar de escrever umas palavrinhas no blog sobre o meu novo livro, As Coisas que Faltam. Fui partilhando algumas coisas sobre o processo por aqui — e planeio falar um pouco mais sobre o tema, quem sabe respondendo a questões que vocês tenham —, mas por agora nada como deixar aqui (...)
24.01.23

All the Light We Cannot See, Anthony Doerr

Rita da Nova
Quem lê o blog há mais tempo sabe do meu ódio de estimação em relação a Janeiro, o mês mais longo e mais sofrido do ano. Parece que nada avança (embora avance) e que nada de bom acontece (embora aconteça). Dito isto, ler All the Light We Cannot See, de Anthony Doerr, foi como ter Janeiro num livro.     All the Light We Cannot See passa-se durante a II Guerra Mundial e conta, alternadamente, a história da francesa Marie-Laure, uma menina cega que acompanha muitas vezes o pai (...)
20.01.23

Three Women, Lisa Taddeo

Rita da Nova
O meu primeiro audiolivro do ano não foi um daqueles que eu já queria ouvir há algum tempo. Na realidade, eu sabia pouco sobre Three Women, de Lisa Taddeo, até ao momento em que vi que estava disponível no Scribd — pareceu-me bem, vi que tinha boas reviews e lá fui.     Lisa Taddeo acompanhou três mulheres no decurso das suas vidas durante quase uma década, com o objectivo de acompanhar de perto a forma como encaram a sua sexualidade. No livro, conhecemos então Lina (casada e (...)
17.01.23

Terminei o meu primeiro diário a 5 anos

Rita da Nova
No final de 2017, numa das minhas (demasiadas) idas à Tiger, encontrei um Five-Year Diary, cujo propósito é o de escrever um pequeno parágrafo por dia durante cinco anos. Decidi comprar, comecei a usá-lo no início de 2018 e terminei-o no final do ano passado. E, sim, gostei tanto da experiência de registar um pouco dos meus dias, que no dia 1 de Janeiro de 2023 estava a inaugurar o meu novo diário a cinco anos.     Mas porque é que achei que deveria escrever-vos aqui sobre (...)