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Rita da Nova

"Strong mind, stronger butt"

Quem me conhece há mais anos sabe que eu nem sempre fui muito adepta de exercício físico. Até entrar na faculdade representava o estereótipo da miúda marrona: era pequenina, calada, pálida e rechonchuda. Os óculos só viria a usá-los uns anos mais tarde, mas para o caso pouco importa. As aulas de educação física eram um tormento e nunca me dei ao trabalho de perceber se tinha sequer aptidão para este tipo de actividades.

 

Quando entrei na faculdade comecei a preocupar-me mais com fazer uma alimentação saudável, mas ainda assim desprezava tudo o que envolvesse mexer o corpo. Deixei as carnes vermelhas - até porque nem sequer gostava particularmente do sabor ou textura - e descobri uma série de legumes e vegetais diferentes e saborosos. Ainda antes de fazer Erasmus em Turim comecei a ganhar algum gosto pela corrida. Não exigia muito - só um par de ténis e roupa confortável - e na verdade fazia-me muito bem à cabeça e à criatividade.

 

Inscrevi-me pela primeira vez num ginásio em Janeiro de 2013, fruto de uma decisão que tomei enquanto fazia inter-rail pelo leste europeu. Desde então nunca mais parei. É um grande cliché, mas é verdade: o exercício físico vicia e não somos os mesmos depois de começarmos. Obriguei-me sempre a ir todos os dias, porque se há coisa que sou é perfeccionista e obcecada pela ordem. E não há outra forma de criar (boas) rotinas, temos mesmo que impor metas e regras a nós mesmos para o conseguirmos.

gym

 

 

Salvo raras excepções, hoje em dia faço exercício 6 vezes por semana. Se custa levantar-me todos os dias às 6h30 da manhã para ir ao ginásio? Vou ser muito honesta: não. No início custava um bocadinho, mas a verdade é que começo os dias com muito mais energia e motivação se for ao ginásio de manhã. Por isso, hoje decidi falar-vos um pouco da minha rotina de exercício, que considero uma mistura feliz entre musculação, aulas de grupo e outros tipos de exercício.

 

A musculação levada mais a sério fez parte da minha rotina logo no primeiro ginásio em que estive, mas quando me mudei para o Pump acabei por dar primazia às aulas de grupo. Faço normalmente duas a cada manhã: Body Pump, Cycle, CxWorx, HIIT, Power Jump e Body Attack são as minhas favoritas. Prefiro aulas mais de cardio mas que também trabalhem músculo. Ainda assim, recentemente o Guilherme convenceu-me (com a ajuda do grande Nuno) a investir também algum tempo e energia em planos de musculação, focados sobretudo na parte superior do corpo. Como tenho menos pressa, normalmente opto por fazer este tipo de treino ao fim-de-semana.

 

Para finalizar, comecei há pouco tempo a completar o Insanity Workout com alguns colegas de trabalho, às horas de almoço de 2ª, 4ª e sexta (embora me tenha baldado nas últimas duas semanas, mas vamos ignorar esse facto). Sempre que posso tento experimentar outras modalidades, como Stand Up Paddle ou Escalada Interior, embora nem sempre tenha disponibilidade para continuar a ter aulas.

 

Mas não se preocupem: se há coisa que respeito é o meu corpo e sei perfeitamente que há momentos em que ele precisa de mais descanso. Aprendi, ao longo destes quatro anos de exercício físico, a ouvir os sinais do meu corpo e a responder de acordo. Percebi que as massagens de recuperação desportiva funcionam muito bem comigo e faço-as uma vez por semana, incidindo na área do pescoço, ombros e omoplatas (onde acumulo mais tensão).

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(via Pinterest) 

 

Não se esqueçam também que cada pessoa é diferente e que, por isso, não devem existir duas rotinas de treino iguais, mas sintam-se à vontade para deixar as vossas dúvidas ou questões. E, já agora, falem-me também um pouco da vossa relação com o exercício físico! O que é que resulta (ou não) convosco?

 

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