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Rita da Nova

Quem cuida dos meus, cuida de mim

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Quem me acompanha no Instagram pode ter reparado que, no fim-de-semana passado, apanhei um susto com uma das minhas gatas - a Guinness. Nessa semana andámos a chegar mais tarde do que o normal a casa e não reparámos em mudanças no comportamento dela. Só na noite de sexta é que a notei mais paradinha, mas decidi relativizar porque não me pareceu grave.

 

Caiu-me a ficha quando, às 8h30 de sábado, acordei e não vi a Guinness no quarto. É que, mesmo que não durma connosco na cama, deita-se na cadeira ou na prateleira estilo escadote que temos no quarto. Quem tem gatos sabe que são animais de rotinas e nota certamente quando há uma quebra no padrão: eles têm sítios favoritos para estar a determinada hora do dia, por exemplo. Levantei-me, assustada, e fui encontrá-la na sala, exactamente no mesmo sítio onde a tinha deixado na noite anterior. Mal se mexia e, quando a púnhamos no chão, dava dois passos e voltava a deitar-se.

 

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Fomos de urgência com ela ao Hospital do Gato, o veterinário onde são seguidas e onde a Viena é acompanhada também. Felizmente era só uma pata magoada, o que nos gatos se manifesta de uma forma estranha. Eles não coxeiam, mas evitam andar e por isso deixam de comer, beber água ou ir até à areia. Apesar de ter perdido algum peso ainda não tinha começado a ter outras complicações mais graves no sistema urinário, que são frequentes nos gatos quando estas coisas acontecem.

 

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Depois de uns dias de anti-inflamatório e de muito mimo (sim, mais do que o habitual), vamos voltar hoje ao Hospital do Gato para vermos se já está boa. Eu sei que parece um exagero, mas só quem tem animais conhece esta sensação de impotência quando os vemos doentes. Como eles não se queixam, às vezes corremos o risco de não apanharmos as coisas a tempo.

 

As médicas e enfermeiras do Hospital do Gato foram muito atenciosas e preocupadas, como aliás têm sido sempre. Recomendo vivamente este veterinário a quem tem gatos, já que dispõem de um hospital 24h e um consultório dedicado exclusivamente a este bicho com tanta personalidade. Mais do que verem se estão doentes e darem as vacinas de rotina, preocupam-se genuinamente com o bem-estar dos gatinhos que lhes passam pelas mãos. Lembram-se de todos e mantêm um contacto frequente connosco, para acompanharem o seu crescimento. São autênticas “tias” das nossas gatas, como lhes chamamos.

 

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Temos um carinho tão grande por este sítio, que fomos lá buscar mais um membro para família: a Arya Stark, a nova gatinha da minha irmã. Ainda ficaram lá gatinhos - se eu pudesse adoptava-os todos - por isso se estiverem interessados em ter um amor destes para a vida, vejam fotografias e mais informações no Facebook e no Instagram do Hospital do Gato.

 

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E quanto a ti, Guinness Maria, que todos os sustos sejam tão graves quanto este, que o meu coração não aguenta se for de outra forma.

Podem ir acompanhando as aventuras da Guinness e da BB-8 aqui.

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