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Rita da Nova

Os livros da Rita // Status das leituras de 2017

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Em Abril, por ocasião do Dia Mundial do Livro, inaugurei esta rubrica d’Os Livros da Rita aqui pelo blog que - confesso - é uma das minhas favoritas. Neste post, que podem ler aqui, falei-vos de como estavam as minhas leituras deste ano. Tinha lido apenas cinco livros; contudo agora, em Outubro, sinto que é altura de fazer um novo ponto de situação relativamente ao que tenho lido.

 

Bem sei que vos tenho falado de cada um destes livros individualmente, em forma de review, mas ainda assim acho bom apresentar-vos uma lista com todos.

 

Cândido ou o Optimismo, Voltaire

Confesso que tenho pouca paciência para este tipo de contos mais filosóficos, em que a narrativa existe para dar força e expressão a diferentes correntes da filosofia e não tanto para contar uma história. Ainda assim, aproveitei uma viagem de comboio até ao Porto e despachei-o em menos de três horas (é mesmo muito pequenino). Foi mais uma das ofertas da VISÃO, no âmbito da iniciativa Ler Faz Bem. Tenho o resto da colecção lá por casa, mais ainda não peguei em mais nenhum.

 

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A História Secreta, Donna Tartt

Comecei a ler este livro na mesma viagem, desta vez no regresso a Lisboa, mas levei imenso tempo a terminá-lo. Para além de ser grande, a escrita é muito densa e a história tem uma trama psicológica complexa. Embora seja uma verdadeira empreitada, vale mesmo muito a pena. Podem ler um bocadinho mais sobre este livro aqui.

 

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Tetralogia A Amiga Genial, Elena Ferrante

O que dizer mais destes quatro maravilhosos livros? Foram, até agora, a grande surpresa de 2017 em termos de leituras e tem sido a recomendação que faço a toda a gente que quer ler alguma coisa, mas não sabe bem o quê. Acompanharam-me durante todo o Verão. Falei sobre os dois primeiros volumes aqui e sobre o terceiro e quarto livros aqui. Acho que, se lerem as reviews, vão perceber porque é que gostei tanto.

 

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The Bees, Laline Paull

Que livro tão adorável, apesar da história em si ser muito pouco feliz. Imaginem um livro que fala de uma sociedade totalitária e muito rígida, em que dificilmente alguém consegue evoluir para fora da casta em que nasceu. Agora imaginem que essa sociedade existe dentro de uma colmeia de abelhas - é essa a narrativa do The Bees. Gostei tanto do livro de estreia desta autora (podem ver a review aqui), que comprei imediatamente o seu segundo livro.

 

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A Rapariga no Comboio, Paula Hawkins

A melhor maneira de descrever este livro é com a expressão meh. Atenção, não estou a querer dizer que foi uma perda de tempo (até porque possivelmente tê-lo-ia deixado a meio se assim fosse), mas não aqueceu nem arrefeceu. Foi bom para descansar a cabeça de leituras mais pesadas e podem perceber porquê aqui.

 

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Herland, Perkins Gilman

Foi o último livro que terminei e posso dizer que só não o li mais depressa por falta de tempo e por andar bastante cansada ultimamente. [Pausa para desabafo: sou só eu que me tenho sentido completamente esgotada ao final do dia, embora não ande a fazer nada de diferente?]. É uma utopia e conta a história da existência, algures na Amazónia, de um país composto apenas por mulheres. O que é que acontece quando um grupo de três homens descobre esta sociedade? Deixei-vos algumas pistas aqui.

 

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E vocês, como andam de leituras? Que livro está agora na vossa mesinha-de-cabeceira? Eu comecei há poucos dias o High Fidelity, que deu depois origem a um filme. Façam também vocês um status das vossas leituras deste ano aqui na caixa de comentários!

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