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Rita da Nova

642 Things to Write About (#7)

Já sentiam falta das coisas estranhas que o livro 624 Things to Write About me manda escrever? A premissa de escrita de hoje é a seguinte:

Escreve sobre a pessoa que mais invejas.

 

Não sei bem como é que isto aconteceu, mas o texto de hoje acabou por sair bastante mais íntimo do que estava à espera. Mas a escrita é assim: não pede permissão para explorar as coisas que vão dentro de nós, e eu deixei. Se quiserem escrever também com base nesta ideia sem serem influenciados pelo meu resultado final, então não avancem mais até terem escrito. Caso contrário, podem ler o meu texto mais abaixo.

 

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Os livros da Rita // Uma Estranheza em Mim, Orhan Pamuk

Os livros de Orhan Pamuk que li - Museu da Inocência e agora este - são ambos sobre amor, mas não são românticos. E é isso que os torna tão bons. Em Uma Estranheza em Mim acompanhamos a personagem principal entre 1969 e 2012, por isso conseguimos criar uma relação íntima com ele e, ao mesmo tempo, com a evolução da cidade de Istambul.

 

A premissa do livro é simples, mas também dá tanto pano para mangas: Mevlut, a personagem principal, apaixona-se por uma rapariga num casamento e escreve-lhe cartas durante três anos. Depois disso, foge com ela. Acreditem que isto é só o início de muitas das voltas que as personagens vão dar. E quando parece que o livro não consegue surpreender-nos mais, lá somos apanhados na curva.

 

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Brunch do Mundo: vamos conhecer o Médio Oriente?

Há muito tempo que não vos escrevia sobre a segunda temporada do Brunch do Mundo, agora na Kitschen, mas isso não significa que não tenha embarcado em mais experiências gastronómicas. Sim, voltei a repetir a jornada e, desta vez, tivemos direito a uma surpresa a meio da viagem: um menu do Médio Oriente.

 

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Viajar consegue ser o ponto de partida para termos inspiração no nosso dia-a-dia, por isso já sabia que as semanas que uma das fundadoras do projecto passou no Irão dariam origem a grandes novidades. Só não sabia que iam ser tão boas. Sim, é verdade: quase um ano depois de conhecer o Brunch do Mundo, ainda me consigo surpreender com o esforço constante que fazem para levantarmos voo e conhecermos sítios novos sem nunca sairmos da mesa.

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Gorki: tapas nas Flores

Lembram-se quando Lisboa começou a ser - aos poucos e depois muito rapidamente - invadida por restaurantes de tapas e petisqueiras? Às tantas já eram imensos e, na verdade, muito poucos tinham realmente qualidade e algo de diferenciador.

 

Mas não pensem que venho criticar o Gorki - Tapas nas Flores por estar a cavalgar uma onda de que já toda a gente se fartou. Muito pelo contrário: o que vos trago hoje é um post de alívio e surpresa positiva por ter encontrado um restaurante de tapas com um conceito próprio e uma proposta de valor muito interessante.

 

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