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Rita da Nova

#RitaNaRotaDoBrunch // Kitchen Dates

A M. e o R. - é assim que se apresentam e eu não vou fazer diferente - estiveram durante alguns anos a morar em Amesterdão e foi lá que a conta de Instagram Kitchen Dates começou a ganhar forma. É lá que ambos mostram o que é fazer um estilo de vida vegano e partilham ideias e receitas. Ainda em Amesterdão, começaram a organizar brunches em casa, não só porque sentiam falta de oferta neste sentido, mas sobretudo para partilharem um pouco da sua paixão pela comida com os outros.

 

O que é curioso é que a maioria das pessoas que se sentava à mesa deles não era sequer vegana. E agora que regressaram a Portugal e começaram a organizar o Brunch Kitchen Dates em Lisboa, a tendência repete-se, apesar de haver mais veganos interessados. Como vocês sabem, eu não sigo um estilo de alimentação restrito mas sou muito curiosa e gosto de experimentar coisas novas.

 

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As 10 coisas deliciosas que provei no Avenida SushiCafé

Se há refeições que são verdadeiras experiências sensoriais, a que tive no Avenida SushiCafé foi definitivamente uma delas. Durante anos, ao passar à porta deste restaurante, pensava que um dia que tivesse mesmo muito dinheiro iria lá esbanjá-lo a comer bom sushi, já que tinha ouvido de várias fontes que era ali que se comia o melhor de Lisboa.

 

Entretanto, a vida foi acontecendo e eu esqueci-me desta pequena promessa que havia feito a mim mesma. Acredito que há coisas que têm de ser e uma ida ao Avenida SushiCafé era uma delas. Não para me perder num dos melhores sushis de Lisboa, como já vão perceber, mas para fazer uma viagem inesquecível pelos sabores, texturas e cores que a comida japonesa tem para oferecer.

 

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Hoje quero falar-vos com mais detalhe das dez coisas maravilhosas que provei neste sítio. Acreditem que, depois de lerem este post, vão perder o amor ao dinheiro e correr já ao número 28 da Barata Salgueiro.

 

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Vegana Burgers: fast-food vegan e saudável

As pessoas que gostam de pôr tudo em caixinhas têm, normalmente, dificuldade em perceber o meu estilo de alimentação. Não como carnes vermelhas em geral, mas como borrego. Não bebo leite (só de amêndoa), mas não vivo sem queijo ou iogurtes. Sou muito regrada e consciente do que como, mas ir jantar fora e não comer uma sobremesa é algo que não consigo compreender.

 

Isto para dizer que não me insiro em nenhuma etiqueta de alimentação; e ainda bem. Gosto da ideia de ser equilibrada em tudo, sobretudo naquilo que como, já que a comida tem um grande impacto na minha disposição física e mental. Foi sobre estes temas - e sobre a ideia de cada um fazer o estilo de alimentação que lhe faz bem - que estivemos à conversa, no outro dia, num evento organizado em parceria com a Vegana Burgers e a Zomato Gold.

 

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Considero-me até bastante informada sobre alimentação saudável e diferentes estilos de alimentação, mas acabei por aprender algumas coisas novas neste evento. Numa primeira fase discutimos, com a participação de uma nutricionista, a filosofia vegana, os seus princípios, onde é que alguém que não come nada de origem animal consegue encontrar proteína, mas a determinada altura partilhámos apenas experiências sobre a forma como cada um de nós encontrou um ponto de equilíbrio na alimentação.

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Manhãs lentas e com cheiro a café

Raramente tomo o pequeno-almoço em casa, apesar de ser a minha refeição favorita do dia. Nem sempre foi assim: durante anos saía de casa sem comer e só conseguia pôr alguma coisa no estômago à hora de almoço. Só quando entrei no ginásio e comecei a treinar todas as manhãs é que criei uma rotina de tomar o pequeno-almoço e me apaixonei por este momento do dia. Infelizmente não consigo comer antes de ir ao ginásio, já que acordo às 6h30, mas é a primeira coisa que faço assim que chego ao trabalho.

 

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Seja como for, o café esteve presente na minha vida desde muito cedo e substituiu muitas vezes o acto de tomar o pequeno-almoço. Lembro-me que foi o meu pai quem me deu a provar um expresso pela primeira vez. Pôs-lhe açúcar para aligeirar a amargura e eu não gostei. Quando pedimos um sem açúcar percebi que, aos 14 anos, já era aquilo a que normalmente chamam uma “verdadeira apreciadora de café”.

 

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