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Rita da Nova

Muito BEY: comida libanesa no Cais do Sodré

Ontem à noite, depois do jantar que tive no Muito BEY, não conseguia deixar de pensar nas coisas boas que os meus workshops de Escrita Criativa me trouxeram. Porque vai muito para além da realização pessoal de ter um projecto só meu, que por acaso até tem corrido bem. Acho que nunca relevei isto, mas cá vai: eu sou um pequeno bicho-do-mato. Não que tenha dificuldades em saber o que fazer quando estou com pessoas, é mais o facto de nem sempre me apetecer expor-me a pessoas que não conheço.

 

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De há uns tempos para cá decidi começar a mudar isso devagarinho. Ao início não encarei os workshops como uma maneira de trabalhar isso em mim, mas a verdade é que tem sido muito bom e tenho conhecido pessoas maravilhosas, com quem tenho vontade de estar para além do necessário. E é assim que chegamos à noite de ontem, quando um grupinho nascido de um dos meus wokshops decidiu jantar.

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Luzzo: a pizzaria ideal para indecisos

Sublinho aquilo que já aqui disse muitas vezes: gosto dos almoços a meio da semana com o Guilherme. Sobretudo em alturas em que tenho a cabeça mais cheia de trabalho e ideias a borbulhar, ajuda-me a desligar por segundos e a arrumar os pensamentos. Há pessoas que têm esse efeito em mim e ele é, obviamente, uma delas.

 

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Tenho a sorte de trabalhar numa zona emergente, onde começam a surgir cada vez mais espaços giros. Os mais atentos já devem ter percebido que trabalho para os lados de Marvila, mas deixem-me que vos diga que o boom de restaurantes novos está a acontecer também cada vez mais na zona do Parque das Nações. Já vos tinha dito que a Pizzaria ZeroZero tinha aberto um segundo restaurante nessa zona, mas parece que não foi a única. A Pizzaria Luzzo, que surgiu há uns anos em Santa Marta, abriu uma nova casa também para estes lados.

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642 Things to Write About (#7)

Já sentiam falta das coisas estranhas que o livro 624 Things to Write About me manda escrever? A premissa de escrita de hoje é a seguinte:

Escreve sobre a pessoa que mais invejas.

 

Não sei bem como é que isto aconteceu, mas o texto de hoje acabou por sair bastante mais íntimo do que estava à espera. Mas a escrita é assim: não pede permissão para explorar as coisas que vão dentro de nós, e eu deixei. Se quiserem escrever também com base nesta ideia sem serem influenciados pelo meu resultado final, então não avancem mais até terem escrito. Caso contrário, podem ler o meu texto mais abaixo.

 

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Os livros da Rita // Uma Estranheza em Mim, Orhan Pamuk

Os livros de Orhan Pamuk que li - Museu da Inocência e agora este - são ambos sobre amor, mas não são românticos. E é isso que os torna tão bons. Em Uma Estranheza em Mim acompanhamos a personagem principal entre 1969 e 2012, por isso conseguimos criar uma relação íntima com ele e, ao mesmo tempo, com a evolução da cidade de Istambul.

 

A premissa do livro é simples, mas também dá tanto pano para mangas: Mevlut, a personagem principal, apaixona-se por uma rapariga num casamento e escreve-lhe cartas durante três anos. Depois disso, foge com ela. Acreditem que isto é só o início de muitas das voltas que as personagens vão dar. E quando parece que o livro não consegue surpreender-nos mais, lá somos apanhados na curva.

 

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